Mysterious Ways
Veio-me para às mãos uma das obras primas dos anos 90. O Achtung Baby dos U2, álbum que contém temas obrigatórios como Even Better then the real thing, One, Wild Horses e Fly, transporta-me para os últimos anos do secundário, para os primeiros acordes na guitarra, para os dias na praia da Fonte da Telha...enfim, para os anos épicos da adolescência imberbe.
Não sei como é que até hoje o tenho deixado fora da minha discografia. Um pecado confessado que certamente será emendado.
sábado, 22 de novembro de 2003
sexta-feira, 21 de novembro de 2003
quinta-feira, 20 de novembro de 2003
Food for thought
"Quem não compreende que é preciso pensar antes de crer? Porque ninguém acredita em nada a não ser que primeiro tenha pensado naquilo em que deve crer...Porque não são todos os que pensam que chegam a crer, porque há muitos que pensam para não crerem; mas todos os crêem pensam- pensam em crer, e crêem em pensar...Se a fé não é uma questão pensada, não tem qualquer significado.
Santo Agostinho In "Sobre a Predestinação dos Santos"
"Quem não compreende que é preciso pensar antes de crer? Porque ninguém acredita em nada a não ser que primeiro tenha pensado naquilo em que deve crer...Porque não são todos os que pensam que chegam a crer, porque há muitos que pensam para não crerem; mas todos os crêem pensam- pensam em crer, e crêem em pensar...Se a fé não é uma questão pensada, não tem qualquer significado.
Santo Agostinho In "Sobre a Predestinação dos Santos"
quarta-feira, 19 de novembro de 2003
Peter Paul
É indiano de Goa. Nasceu em 49, tal como o meu pai. Aos doze entrou para o seminário católico de Goa e de lá saiu aos 26 com a batina vestida. Serviu a Deus em Goa e em Portugal mas, ao fim de tanto tempo, descobre que há algo que não faz sentido na sua pregação.
Decide abandonar o clero, vergado ao peso do vazio espiritual, e vai à procura do seu amor...Sheryl.
Mais tarde, visita um templo evangélico e descobre na centralidade da Palavra, a pessoa de Jesus Cristo.
Homem novo, Peter Paul, ou Pedro Paulo, como os padres católicos o rebaptizaram, entra no Seminário Baptista, com a certeza de que, o Deus que o chamou aos doze anos ainda não desistiu dele. Os acordes do seu Stradivarius transmitem a sua serenidade e a paz de espírito própria de um oriental.
Pedro Paulo é meu amigo...
É indiano de Goa. Nasceu em 49, tal como o meu pai. Aos doze entrou para o seminário católico de Goa e de lá saiu aos 26 com a batina vestida. Serviu a Deus em Goa e em Portugal mas, ao fim de tanto tempo, descobre que há algo que não faz sentido na sua pregação.
Decide abandonar o clero, vergado ao peso do vazio espiritual, e vai à procura do seu amor...Sheryl.
Mais tarde, visita um templo evangélico e descobre na centralidade da Palavra, a pessoa de Jesus Cristo.
Homem novo, Peter Paul, ou Pedro Paulo, como os padres católicos o rebaptizaram, entra no Seminário Baptista, com a certeza de que, o Deus que o chamou aos doze anos ainda não desistiu dele. Os acordes do seu Stradivarius transmitem a sua serenidade e a paz de espírito própria de um oriental.
Pedro Paulo é meu amigo...
terça-feira, 18 de novembro de 2003
quarta-feira, 12 de novembro de 2003
Nassiria e o Circo de Roma
A partida dos soldados da GNR para o Iraque ficou marcada pelo violento ataque terrorista que as foças italianas sofreram, precisamente no local para onde se dirige a força lusa.
As imagens da despedida, mostrando as famílias envoltas em lágrimas, abraços e nós no coração, trouxe à minha memória o sentimento que teriam os cristãos que viviam em Roma no tempo de Nero.
Sabedores do que acontecia aos seus pares que iam parar à arena do circo, eles mesmos se questionavam sobre a validade da sua missão. Será que vale a pena correr o risco? Será que é útil continuar a falar de Cristo?
Os soldados da GNR reiteraram a sua vontade de cumprir a missão, ao passo que os familiares procuraram a protecção de Deus. Foi precisamente o que fizeram os cristãos da igreja primitiva. Sabiam que a sua tarefa era a mais nobre de todas e confiaram na soberania de Deus...e hoje o exemplo da sua coragem continua a inspirar aqueles que se propôem a seguir o mesmo caminho.
A partida dos soldados da GNR para o Iraque ficou marcada pelo violento ataque terrorista que as foças italianas sofreram, precisamente no local para onde se dirige a força lusa.
As imagens da despedida, mostrando as famílias envoltas em lágrimas, abraços e nós no coração, trouxe à minha memória o sentimento que teriam os cristãos que viviam em Roma no tempo de Nero.
Sabedores do que acontecia aos seus pares que iam parar à arena do circo, eles mesmos se questionavam sobre a validade da sua missão. Será que vale a pena correr o risco? Será que é útil continuar a falar de Cristo?
Os soldados da GNR reiteraram a sua vontade de cumprir a missão, ao passo que os familiares procuraram a protecção de Deus. Foi precisamente o que fizeram os cristãos da igreja primitiva. Sabiam que a sua tarefa era a mais nobre de todas e confiaram na soberania de Deus...e hoje o exemplo da sua coragem continua a inspirar aqueles que se propôem a seguir o mesmo caminho.
segunda-feira, 10 de novembro de 2003
Danny Boy
No cantante do PC, tocam, à vez, os LP's de Jonhnny Cash, American III: Solitary Man e American IV: The man comes around. A profundidade dialética de Cash não pretende ser convicente, apenas autêntica. Um homem, Deus, e as incidências da vida calibradas com a certeza da morte. Danny Boy, é um hino que Cash dedica a si próprio antevendo o momento em que, feliz, verá o Criador face a face. Impressiona a serenidade com que canta, mas impressiona ainda mais, a confiança inalabalável de que lá estará.
Não há dúvida de que as vidas que estão próximas de Deus, se movimentam numa dimensão que, transmite valores, objectivos e prioridades muito diferentes das que não o fazem. Descubram por vocês mesmos...
No cantante do PC, tocam, à vez, os LP's de Jonhnny Cash, American III: Solitary Man e American IV: The man comes around. A profundidade dialética de Cash não pretende ser convicente, apenas autêntica. Um homem, Deus, e as incidências da vida calibradas com a certeza da morte. Danny Boy, é um hino que Cash dedica a si próprio antevendo o momento em que, feliz, verá o Criador face a face. Impressiona a serenidade com que canta, mas impressiona ainda mais, a confiança inalabalável de que lá estará.
Não há dúvida de que as vidas que estão próximas de Deus, se movimentam numa dimensão que, transmite valores, objectivos e prioridades muito diferentes das que não o fazem. Descubram por vocês mesmos...
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