No CSI Las Vegas
"A multidão cria uma mentalidade em que os indivíduos diluem a diferença entre o bem e o mal!
Não posso concordar mais.
sábado, 26 de fevereiro de 2005
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2005
Day After
Num País como o nosso é de se esperar que, depois da palhaçada de ontem, vá continuar tudo na mesma, ou seja, o mesmo tipo de governo inoperante, sem ideias, sem vontade de inovar, o mesmo povo ignorante que papa tudo o que lhe metem à frente, a mesma imprensa tendenciosa, os mesmos atrasos culturais e sociais, enfim, o mesmo fado. Essa é que a grande tristeza de ser português. É acordar todos os dias neste mar de gente desonesta, sem valores, iniciativa e civismo.
A não ser que a Lúcia (vulgo Irmã) dê um jeitinho lá onde ela está mais os dois irmãos.
Num País como o nosso é de se esperar que, depois da palhaçada de ontem, vá continuar tudo na mesma, ou seja, o mesmo tipo de governo inoperante, sem ideias, sem vontade de inovar, o mesmo povo ignorante que papa tudo o que lhe metem à frente, a mesma imprensa tendenciosa, os mesmos atrasos culturais e sociais, enfim, o mesmo fado. Essa é que a grande tristeza de ser português. É acordar todos os dias neste mar de gente desonesta, sem valores, iniciativa e civismo.
A não ser que a Lúcia (vulgo Irmã) dê um jeitinho lá onde ela está mais os dois irmãos.
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2005
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2005
É simples!
Cresci a observar que os protestantes colocam nomes de origem hebraica aos seus filhos. Dentro desta tradição há, como no resto da sociedade, uma panóplia de motivações que não importa agora dissecar. Sempre pensei que, quando chegasse a minha vez, queria colocar um nome ao meu filho(a) de acordo com a forma como ele(a) nos tivesse sido dado por Deus, que era o que os judeus, regra geral, faziam.
A vida colocou-nos um teste duro quando quisémos tornar real o sonho da paternidade. Aliás, era de todo impossível. Hoje, com 5 meses de vida, não hesitamos em chamá-la de JOANA. Afinal, "Deus é Gracioso".
Cresci a observar que os protestantes colocam nomes de origem hebraica aos seus filhos. Dentro desta tradição há, como no resto da sociedade, uma panóplia de motivações que não importa agora dissecar. Sempre pensei que, quando chegasse a minha vez, queria colocar um nome ao meu filho(a) de acordo com a forma como ele(a) nos tivesse sido dado por Deus, que era o que os judeus, regra geral, faziam.
A vida colocou-nos um teste duro quando quisémos tornar real o sonho da paternidade. Aliás, era de todo impossível. Hoje, com 5 meses de vida, não hesitamos em chamá-la de JOANA. Afinal, "Deus é Gracioso".
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2005
Um tipo comum
As palavras de Agustina em relação a Santana L. deixaram-me animado. Não por causa do PM, mas por mim, porque me considero um tipo comum. Um dos pensamentos que mais me ocorreu ao ultrapassar a barreira dos trinta, é que não possuo nenhum "achievement" digno de nota. Não sou excelente em nada. Tenho amigos que escrevem bem, cantam bem, tocam bem, desenham bem, jogam muito bem futebol. Outros que são bons intelectuais, outros que trabalham em empresas de topo, outros ainda em programas de doutoramento, e alguns com ordenados invejáveis.
Eu, porém, dou conta da minha "normalidade". Não tenho nada de que me possa gabar ou exibir. A única coisa que fiz bem, está na barriga da minha mulher porque ela a fará muito melhor. Não digo isto por comiseração ou vitimização. É uma realidade, e o reconhecimento dela, já é, para mim, um grande avanço. Segundo Agustina, "o século XXI é das pessoas comuns". Espero ansioso o meu "big break"!
As palavras de Agustina em relação a Santana L. deixaram-me animado. Não por causa do PM, mas por mim, porque me considero um tipo comum. Um dos pensamentos que mais me ocorreu ao ultrapassar a barreira dos trinta, é que não possuo nenhum "achievement" digno de nota. Não sou excelente em nada. Tenho amigos que escrevem bem, cantam bem, tocam bem, desenham bem, jogam muito bem futebol. Outros que são bons intelectuais, outros que trabalham em empresas de topo, outros ainda em programas de doutoramento, e alguns com ordenados invejáveis.
Eu, porém, dou conta da minha "normalidade". Não tenho nada de que me possa gabar ou exibir. A única coisa que fiz bem, está na barriga da minha mulher porque ela a fará muito melhor. Não digo isto por comiseração ou vitimização. É uma realidade, e o reconhecimento dela, já é, para mim, um grande avanço. Segundo Agustina, "o século XXI é das pessoas comuns". Espero ansioso o meu "big break"!
Pequenos prazeres
Sou uma pessoa que valoriza acontecimentos simples, mas significativos. Gosto da andar a pé ao fim da tarde, de preferência por lugares tranquilos. Gosto de acordar cedo e sair com o ar fresco da manhã para tomar um pequeno almoço num café que inclua um galão a escaldar e um bom croissant com creme de ovo. Gosto de comer uma boa laranja apanhada da árvore.
Sou uma pessoa que valoriza acontecimentos simples, mas significativos. Gosto da andar a pé ao fim da tarde, de preferência por lugares tranquilos. Gosto de acordar cedo e sair com o ar fresco da manhã para tomar um pequeno almoço num café que inclua um galão a escaldar e um bom croissant com creme de ovo. Gosto de comer uma boa laranja apanhada da árvore.
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2005
Meio caminho andado
Ainda me parece mentira.
Parecia tão irreal,
o momento em que percebi
que as nossas vidas
iam continuar para além de nós.
Já vamos a meio,
mas ainda não deito os foguetes.
A precaução, afinal,
tornou-se parte de mim,
quando tudo eram incertezas.
Contudo, as formas alteram-se,
e os pontapés são sinais de vitalidade,
há vida lá dentro!
Anseio o toque, o cheiro a "Mustela",
o meu antebraço a fazer de rampa de mísseis,
e, por incrível que pareça, as noites mal dormidas.
Ainda me parece mentira.
Parecia tão irreal,
o momento em que percebi
que as nossas vidas
iam continuar para além de nós.
Já vamos a meio,
mas ainda não deito os foguetes.
A precaução, afinal,
tornou-se parte de mim,
quando tudo eram incertezas.
Contudo, as formas alteram-se,
e os pontapés são sinais de vitalidade,
há vida lá dentro!
Anseio o toque, o cheiro a "Mustela",
o meu antebraço a fazer de rampa de mísseis,
e, por incrível que pareça, as noites mal dormidas.
There's no place like home
Existe um lugar que está sempre presente em mim.
Um lugar de memórias, de vidas, de encontros.
Onde pululam os sorrisos abertos e os apertos de dor.
Onde a minha existência ganha todo o significado.
Não há nada como viver nesse lugar.
Estou longe na carne mas ele vive em mim.
Abraço-o tantas vezes quantas preciso,
para reviver e dele retirar as forças
que me levam adiante nesta vida.
Nesse lugar, tudo faz sentido,
tudo é mais cristalino,
tudo é mais real.
Existe um lugar que está sempre presente em mim.
Um lugar de memórias, de vidas, de encontros.
Onde pululam os sorrisos abertos e os apertos de dor.
Onde a minha existência ganha todo o significado.
Não há nada como viver nesse lugar.
Estou longe na carne mas ele vive em mim.
Abraço-o tantas vezes quantas preciso,
para reviver e dele retirar as forças
que me levam adiante nesta vida.
Nesse lugar, tudo faz sentido,
tudo é mais cristalino,
tudo é mais real.
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