sexta-feira, 25 de julho de 2008

Ainda sobre o deserto

Tanto os que passam pelo deserto como os que se ficam apenas pelos oásis exibem marcas dessas experiências. Ambas inconfundíveis e facilmente reconhecíveis.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

Oásis sem deserto


A experiência do deserto é quase uma condição "sine qua non" para a esmagadora maioria dos personagens bíblicos, inclusivamente para o Senhor Jesus. O deserto, com toda a sua adversidade, parece forjar todas as características de um carácter moldado à imagem divina. Ora, se assim é, porque é tantos cristãos insistem em passar-lhe ao lado?

sábado, 19 de julho de 2008

Entendimento

" Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus".
Carta aos Romanos, capítulo 2, versos 10 e 11

O primeiro passo para o entendimento é reconhecer que não se entende. Não é de admirar que este seja um mundo de loucos.

sexta-feira, 11 de julho de 2008

Aprender a peregrinar

Estou de regresso a Vendas Novas. São os imperativos de um negócio mal-sucedido. Por entre largas dezenas caixas de Chiquita, Dole e Bonita, aprendo o que é viver apenas com o essencial para o dia-a-dia. Será isto a perfeita metáfora para "o pão nosso de cada dia dá-nos hoje", ou melhor dizendo, um curso prático de desprendimento do materialismo do Século XXI?
Se não é, anda lá perto.

quinta-feira, 10 de julho de 2008

UHU

Aprendi em pequeno que não se colam cacos de porcelana partida. Mas há porcelana e porcelana.

sexta-feira, 4 de julho de 2008

04 de Julho

Há precisamente um ano atrás, eu estava na Base das Lajes, Ilha Terceira, Açores, a comemorar o dia dos EUA no meio dos GI's e respectivas famílias. Fogo de Artifício, Grill, Banda Rock, tudo o que se possa imaginar numa festa tipicamente americana. Confesso que não é difícil ficar impressionado com o "american way of living". Parece tudo tão fácil, tão óbvio, tão à maneira deles. Porém, um contacto mais "real" mostra que o "show" tem as suas falhas, e que atrás da perfeição aparente que a tantos impressiona, se escondem os defeitos comuns a todas as outras culturas. Fugindo à clássica dicotomia do "love it or hate it", admitamos que a América tem virtudes e defeitos como todas as outras nações. Por enquanto o balanço é positivo, mas por quanto tempo mais?
Por tantas razões

É uma pena que na Noruega se fale norueguês...