sexta-feira, 11 de abril de 2008

Perdão aos molhos.

Nunca cheguei a perceber as pessoas que pedem perdão abstractamente. Se o exercício do perdão serve algum propósito, e acredito que sirva porque é bíblico, então será o de reparar, ou tentar reparar, um erro concreto cometido no passado contra outrém. Ora, se não se consegue "concretizar" o erro, não há nada a ser perdoado. Daí que não faça muito sentido dizer: "Perdoa-me!", mas faça todo o sentido afirmar "Perdoa-me por A, ou B, especificamente."
No entanto, não deixo de perceber a insistência na primeira forma. O descargo de consciência é muito mais urgente que a purga da alma. Perdoem-me!

7 comentários:

Nuov disse...

...se não se consegue "concretizar" o erro, não há nada a ser perdoado.
II César 66:6

Leia, na Bíblia (ÚNICA regra... blá, blá, blá):
Salmos 78:38,39
Mateus 9:2
Marcos 3:28
Marcos 4:12
Lucas 7:47,48

Nuno disse...
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Nuno disse...

Caro Nuov,

Os seus 3 comentários revelam, ao contrário da sua identidade cobardemente ocultada, 3 interessantes coisas:

1º. É benfiquista. Escolheu um óptimo fim-de-semana para se assumir. Saudações académicas.
2º. É dos que leva os "Ananias e Safiras "de hoje aos ombros.
3º. Acusou o toque na questão perdão.

E eu, sem saber, dou 3 tiros no porta-aviões. Volte sempre!

Nuno Fonseca disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nuno Fonseca disse...

Dum ponto de vista apartidário, esta 'conversação' entre emergentes e estabelecidos é comicamente apetitosa, mas apenas vindo da perspectiva dum crente, pois doutra forma, nem quero pensar nas consequências para os 'seekers' do mundo

Nuov disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Nuov disse...

Caro Nuno,
Detecto muito ódio.

O Nuno está a utilizar uma táctica de jogo muito semelhante à de Pinto da Costa, mas muito pouco condizente com a de Cristo.
- Descredibiliza quem fala para que a mensagem não seja ouvida.
Peço-lhe que desfira golpes ao que eu defendo. Não me ataque a mim.
A minha intenção não é cobarde porque não o venho atacar a si. Venho pôr em causa o que diz.
Se não percebesse a diferença, escusaria de continuar.
Mas como sei que percebe, continuo.

respondo ponto por ponto (como gostaria que tivesse feito no meu comment)
1º Como sabe se sou benfiquista? Pelo que sei, o sr Pacheco Pereira, apesar de ser portista não deixa que isso lhe tolde o pensamento.
Afinal, isto não trata de desporto. É corrupção.
Não é FCPorto. É Pinto da Costa.
Há uma diferença. Apesar de lhe poder ser angustiante percebê-la.

2º "É dos que..." -Generalização cobarde, digo eu.
Note que, para ter dito que apoio os Ananias e Safiras das nossas igrejas, o Nuno não contrapôs, nem um, dos argumentos constantes do contexto dos versículos que lhe ofereci a ler.
Se leu, responda. Não ataque.

3º Agora percebo que o que o Nuno quis com o seu post original sobre o perdão não foi a exposição de uma ideia. Mais uma vez, quis atingir alguém.
Eu saio da frente para que o Nuno possa vislumbrar melhor o Pearl Harbour do inimigo. É que o meu porta-aviões não suporta fogo-amigo.

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