quarta-feira, 3 de março de 2004

Para os dias que correm

“O português gosta de fazer projectos vagos, castelos no ar que não pensa realizar. Mas no seu íntimo, alberga uma certa esperança de que as coisas aconteçam milagrosamente...a imaginação sonhadora, a antipatia pela limitação que a razão impõe, e a crença milagreira, levam-no com frequência a situações perigosas, de que se salva pela invulgar capacidade de improvisação de que é dotado.

Jorge Dias

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